Escatologic


AVISO: esse post é uma bosta!


Sabem que dia é hoje? Sabem? Sabem? Hoje é Sexta-feira. O diiiiiiiiiiiiiiiiia inteiro...
E ultimamente toda sexta-feira é meio assim, eu não consigo dormir. Minha amiga Insônia vem me fazer compania e ficamos conversando e rindo a noite toda.

Amiga o cacete!
Eu tenho simulado hoje à tarde. Tudo bem, é cursinho, e não vão me reprovar, mas minhas notas contam bastante pro meu pai, porque só assim é que EU vou contar notas, no futuro. Entenderam o trocadilho? Foda-se, tudo bem. Trocadilhos nem foram feitos pra serem entendidos também.


Acontece que nem é nervosismo pelo simulado (já disse que estou me fuuuu pra ele), nem tomei overdose batman de coca-cola ontem à noite, nem vi filmes de terror. Mesmo assim não faço idéia porque não consegui pregar o olho. Passei a noite toda passando fotos pro noutebuque, vendo fotos antigas, e uns sentimentos meio bregas começaram a tomar conta de mim, e aí minha amigo Insônia riu mais ainda. Patético!

Olha, como ele fica quando ele vê as fotos dos desamores!

A Insônia é mal-amada, infeliz dos inferno.


Sabem o que é legal em ficar acordado de vez em quando, sozinho, sem estar bêbado? É poder notar a transição de noite/dia (acho que os poetinhas homossexuais gay gayzinhos chamam de crepúsculo). É que a gente geralmente dorme, acorda, levanta e trabalha ou estuda e nem repara no (bom, tinha digitado céu, mas o "e" não apertou, então resolvi deixar, como licença poética).

O céu, meu amigo, é uma prova de que somos animaizinhos perdidos numa galáxia Star Wars, entre tantas bilhões de galáxias rodando por aí. O mais engraçado é que nos atemos ao nosso umbigo. Criamos amores, dissabores, ilusões, etc. e achamos que vamos morrer por isso, de alegria ou de tristeza, e não paramos pra pensar que tudo é idiotamente efêmero!

Esses lances filosóficosmetafísicos mexem comigo. Mexem MERMO.

Eu até escrevo umas paradas homossexuais gay gayzinhas sobre o que sinto quando sentado na sacada (sem duplos sentidos). ¬¬





(momento mamãe quero ser Drummond)





"Tem uma rua principal, a que corta a cidade de fora a fora, e que termina no alto de um morro, onde fica o cemitério, que é pra lá que eu vou se eu morro e você também, e bem de manhã nem o sol nasceu ainda, ônibus e mais ônibus deixam a cidade, eu posso ver eles subindo devagar, o barulho do motor batido, o morro é íngreme, um atrás do outro e quem não vai de ônibus segue de carro, e passam pelo cemitério e vão na direção das Usinas pra um novo dia de trabalho, mas um dia eles subirão o mesmo morro e não passarão, e a cidade parece agora abandonada, cadê todo mundo? mas um dia é pra sempre, e ninguém mais vai lembrar dos ônibus que subiam deixando essa sensação de vazio, nem dos seus passageiros, e eu lhes farei companhia, mas outros virão e continuarão nossas histórias, e um dia é pra sempre..."

Iaê?//?? Gostaram??//?/


:D

É uma bosta, eu sei. Mas é que toda bosta vem de dentro e uma hora tem que sair. E eu já estava quase melecando tudo as calças. Pronto, saiu.

/flush

3 Comments:

  1. Anônimo said...
    Mel Deeeels que noGeeento bleeeeu
    x_X

    *vomita em cima do Matheus*
    :p
    ;**
    Karen said...
    "É poder notar a transição de noite/dia (acho que os poetinhas homossexuais gay gayzinhos chamam de crepúsculo)."
    o Aurélio também.
    Anônimo said...
    puta merrda.
    q bosta eim.
    uahsuahusauhs

    muito iláriu seu blog.

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